Não há evidência que ligue atirador de Las Vegas a grupo militante, dizem autoridades

Pelo menos 50 pessoas morreram e outras centenas ficaram feridas em um tiroteio durante um show em Las Vegas. Um atirador abriu fogo contra a plateia de um festival de música country no hotel Mandalay Bay

Pelo menos 50 pessoas morreram e outras centenas ficaram feridas em um tiroteio durante um show em Las Vegas. Um atirador abriu fogo contra a plateia de um festival de música country no hotel Mandalay Bay

Duas autoridades graduadas dos Estados Unidos disseram nesta segunda-feira que não há evidência de que o atirador que matou mais de 50 pessoas em Las Vegas estivesse ligado a qualquer grupo militante internacional. O Estado Islâmico emitiu um comunicado mais cedo através de sua agência de notícias reivindicando responsabilidade pelo ataque, dizendo que o agressor havia se convertido ao islã alguns meses atrás.

Entretanto, uma das autoridades dos Estados Unidos minimizou a reivindicação de responsabilidade do Estado Islâmico e disse que há motivos para se acreditar que o atirador, que a polícia identificou como Stephen Paddock, de 64 anos, tinha um histórico de problemas psicológicos. Segundo uma autoridade, as agências de segurança dos Estados Unidos estão verificando a reivindicação do grupo militante, mas ainda não a verificaram.

Mais cedo, o Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelo ataque. “O ataque de Las Vegas foi conduzido por um soldado do Estado Islâmico e realizado em resposta a pedidos para atingir Estados da coalizão”, disse a agência de notícias do grupo, a Amaq, em referência à coalizão liderada pelos Estados Unidos que luta contra o grupo no Oriente Médio.

“O agressor de Las Vegas se converteu ao islã alguns meses atrás”, acrescentou a Amaq.

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